FAQ Mamã

FAQ Mamã

Aqui, esperamos brevemente ter disponívels algumas perguntas mais frequentes relativas à gravidez e maternidade.

Aceitamos sugestões; se tem perguntas que gostava de ver respondidas, por favor ajude-nos a construir esta página, enviando-nos um e-mail para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. com as suas questões!

A sua participação pode fazer a diferença na vida de muitos pais. Obrigada!

 

:: Geral

Uma Doula é uma pessoa que teve formação específica para acompanhar mulheres durante a gravidez, o parto e o pós-parto. A Doula tem uma visão positiva de todos estes momentos e compreende a fisiologia do nascimento e as necessidades emocionais de uma mulher em trabalho de parto, por isso está apta a dar sugestões que facilitem o trabalho de parto, a ajudar com estratégias de relaxamento e com medidas que aumentem o conforto físico. Uma Doula não substitui o pai, não faz diagnósticos nem pratica actos médicos. 

Vários estudos têm demonstrado que a presença de uma mulher que acompanha a parturiente durante o parto, Doula, diminui o tempo médio de trabalho de parto, desde a admissão até ao nascimento e diminui a necessidade de intervenções médicas durante o parto. Estes estudos também indicam que a presença de uma Doula ajuda a mulher a estar mais alerta e participativa após o parto, começando desde logo a interagir com o bebé e promovendo assim um melhor começo com a amamentação. Além de dar segurança às mulheres no momento do parto a Doula proporciona o afecto, a parceria, a feminilidade, o calor, a alegria e a sensação de aconchego que outrora recebiam nos seus lares. A presença da Doula é importante não só para a mulher como também para o seu companheiro e todas as pessoas que com eles estão envolvidos neste processo.

“Se as doulas fossem um medicamento, seria anti-ético não utilizá-las” – John Kennell, pediatra norte-americano.

 

São os únicos profissionais que trabalham na promoção e apoio à amamentação que são certificados a nível internacional.

IBCLC significa International Board Certified Lactation Consultant – Consultor de Lactação com Certificação Internacional. Só os Consultores de Lactação IBCLC são reconhecidos pela International Lactation Consultant Association – ILCA e por todas as outras associações para consultores de lactação que existem ao redor do mundo.

A sua prática está sujeita a um código de ética e a um padrão de procedimentos, o que garante, a quem recorre aos seus serviços, um atendimento dentro dos mais elevados níveis de cuidados que são prestados às mães que amamentam e aos seus bebés.

Para se poderem candidatar a esta certificação, os candidatos têm de possuir muitas horas de formação contínua específica na área da amamentação, têm de comprovar 2500 horas de trabalho directo com mães lactantes e têm de ser referenciados por entidades reconhecidas. Os candidatos serão sujeitos a um rigoroso exame. Após a realização e aprovação nesse exame é exigido que haja uma actualização dos conhecimentos e práticas, pois periodicamente têm de renovar a sua certificação.

Os IBCLCs são certificados pelo International Board of Lactation Consultant Examiners, Inc. sob a direcção da U.S. National Commission for Certifying Agencies.

 

Especialistas à volta do mundo recomendam que a mãe carregue o seu bebé no seu corpo. Carregar o bebé deve começar a partir do dia em que o bebé nasce.

Alivia o trauma da passagem do útero materno para o mundo exterior e prolonga a sensação de calor e segurança que o útero providenciava. As vantagens de usar um porta-bebés são enormes.

Os estudos têm demonstrado que os bebés que são transportados em contacto com o corpo da mãe sofrem menos de ansiedade de separação, choram menos e desenvolvem a sua independência numa idade mais precoce. Ser carregado melhora o desenvolvimento motor, cognitivo e emocional do bebé. Acrescente-se que ao ser transportado desta forma, a criança tem os músculos relaxados, consegue respirar mais facilmente e o sistema digestivo é mais eficiente fazendo com que haja alívio do refluxo e das cólicas.

Uma criança carregada é exposta a vários movimentos e ritmos, assim como a estímulos auditivos e visuais – essenciais para o bebé nos primeiros meses de vida. Transportar o bebé desta forma permite que o bebé participe activamente no mundo; Isto não se consegue fazer com o bebé deitado num carrinho ou cadeirinha.

As vantagens de um porta-bebés são também extensíveis para os Pais (mãe e pai). O porta-bebés liberta as mãos dos Pais, permitindo uma participação nas habituais actividades diárias, tais como cozinhar, fazer compras, estudar, lavar a roupa, etc. É especialmente benéfico na forma como facilita cuidar de um outro filho. Mais importante é a forma como fortalece o vínculo entre os Pais e os bebés. Muitos homens usam o pano porta-bebés só para sentirem a intimidade que habitualmente está reservada à mãe durante a gravidez, nascimento e amamentação.

Existem diferentes porta-bebés. Nós sugerimos um Tinoki ou um Sling, pois as suas formas adaptam-se perfeitamente ao corpo tanto do bebé como de quem o transporta, distribuindo o peso da criança de modo uniforme e saudável. Pode adquirir o seu porta-bebé connosco. Veja as nossas sugestões no Blog Info Ser Mãe.

 

:: Amamentação

Amamentação* - o que todos devem saber

Amamentar exclusivamente significa que nenhuma bebida ou alimento deverá ser dado ao bebé, o bebé deverá ser amamentado frequentemente e sem limite de tempo.

O único alimento ou bebida de que o bebé necessita durante os primeiros seis meses é apenas leite materno. Nenhum outro alimento ou bebida, nem mesmo água, são habitualmente necessários durante este período.

Os recém-nascidos devem ser mantidos perto das suas mães e devem ser amamentados dentro da primeira hora após o parto.

Dar de mamar frequentemente faz com que mais leite seja produzido. Quase todas as mães podem amamentar com sucesso.

A amamentação ajuda a proteger os bebés e as crianças de doenças perigosas. Também cria uma ligação especial entre a mãe e o bebé.

O leite artificial pode conduzir a doenças e à morte. Se uma mulher não pode amamentar o seu bebé, o bebé deverá ser alimentado com leite materno ou com substituto de leite materno por uma chávena normal bem lavada.

Pode visionar o seguinte vídeo, que alerta para os perigos do leite artificial. Atenção, as imagens e dados do vídeo podem ser consideradas chocantes. Veja o vídeo abaixo ou, se preferir, pode ver o vídeo directamente no Youtube: WHO "Breastfeeding Substitutes" Code.

A partir dos seis meses de idade os bebés precisam de uma variedade de alimentos adicionais, mas a amamentação deverá continuar até durante o segundo ano de vida da criança ou mais.

Uma mulher que trabalhe fora de casa pode continuar a amamentar o seu bebé se quando ela estiver com o bebé o amamentar frequentemente.

A amamentação em exclusivo pode dar uma protecção superior a 98% em relação a uma nova gravidez durante os primeiros seis meses após o parto – mas só se ainda não tiver retomado o seu período menstrual, se o seu bebé mamar com frequência dia e noite e se não se der ao bebé nenhum outro tipo de bebida ou de alimento nem chupeta.

Existe risco de que uma mulher infectada pelo HIV possa passar o vírus para o seu bebé através da amamentação, principalmente se não amamentar em exclusivo. As mulheres que estejam infectadas devem ser aconselhadas por profissionais de saúde com formação apropriada sobre os benefícios e riscos de todas as opções de como alimentar o bebé e essas mulheres devem ser apoiadas para conseguirem seguir em frente com a opção que escolherem para alimentar o bebé.

Todas as mulheres têm direito a um ambiente que proteja, promova e apoie a amamentação, incluindo o direito de protecção às pressões comerciais para alimentarem artificialmente os seus bebés. O Código Internacional de Marketing para os Substitutos de Leite Materno tem como alvo providenciar a protecção necessária ao proibir a promoção de todos os substitutos de leite materno, biberões e tetinas.

O Código Internacional de Marketing para os Substitutos de Leite Materno tem como alvo providenciar a protecção necessária ao proibir a promoção de todos os substitutos de leite materno, biberões e tetinas.

Saiba mais! Consulte o Código do Aleitamento Materno.

Deixamos o link para uma série de vídeos de bebés a mamar correcta e incorrectamente, bem como com base na idade dos mesmos. Pode ver os vídeos no site do International Breastfeeding Centre.

 

:: Emergências

Todo o texto que se segue foi traduzido e disponibilizado pela DGS, Saúde Reprodutiva, sendo usado com a respectiva autorização.

O que é uma emergência?

Uma emergência é uma situação extraordinária, que coloca em risco a saúde e a sobrevivência da população. As emergências podem ser naturais ou provocadas pelo homem. Podem ser imprevisíveis, ocorrer regularmente ou ser de longa duração. As emergências caracterizam-se por distúrbio, insegurança, problemas de salubridade, falta de água potável, alimentos, combustíveis, cuidados médicos e abrigo. 

Porque nos diz respeito?

O número de emergências está a aumentar e pode afectar qualquer país, independentemente da sua localização ou nível de desenvolvimento pelo que todas as pessoas, em todos os lugares, têm que estar preparadas e saber como apoiar activamente o aleitamento materno para que os bebés não fiquem em risco.

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Todo o texto que se segue foi traduzido e disponibilizado pela DGS, Saúde Reprodutiva, sendo usado com a respectiva autorização. 

Mesmo em situações de catástrofe, as mães que amamentam garantem aos seus filhos água e alimentação limpas, seguras e sustentáveis e protegem-nos activamente das infecções. As fórmulas para lactentes não conferem protecção imunitária e prejudicam os mecanismos de defesa do intestino dos bebés, aumentando a probabilidade de infecções. Outros riscos advêm da qualidade e até da contaminação intrínseca das fórmulas para lactentes, do seu fornecimento, da falta de água e combustíveis, ou da dificuldade em lavar e esterilizar biberões. 

Em situações de emergência as crianças são as mais vulneráveis – a mortalidade infantil pode ser 2 a 70 vezes superior à média, devido a diarreia, doença respiratória e malnutrição. O aleitamento materno constitui uma intervenção life saving e a principal protecção do grupo de crianças mais novas. Mesmo em situações de não emergência, os bebés não amamentados nos primeiros 2 meses de idade têm 6 vezes mais probabilidades de morrer. 

As emergências destroem a vida normal, deixam os cuidadores sobrecarregados e as crianças vulneráveis à doença e à morte. Durante as emergências, as mães necessitam de apoio activo para continuar ou para restabelecer a amamentação. Mesmo em países desenvolvidos, os bebés alimentados artificialmente ficam automaticamente em risco numa emergência. 

Após o Furacão Katrina, nos EUA, muitos bebés sofreram com a falta de alimentos e alguns morreram como consequência disso.

Todo o texto que se segue foi traduzido e disponibilizado pela DGS, Saúde Reprodutiva, sendo usado com a respectiva autorização. 

As mães que amamentam devem poder sentir-se seguras de que se ocorrer uma emergência poderão alimentar e proteger os seus bebés. Todos podemos ajudar a criar um ambiente favorável.

Informe-se:

Consulte o “Operational Guidance on Infant and Young Child Feeding in Emergences” e outros materiais de referência.

Informe os outros:

Informe, as famílias, as associações (ligadas à alimentação, saúde, água e saneamento) e a comunicação social, da importância da amamentação e dos riscos da alimentação artificial em situações de emergência. 

Estabeleça redes com outras organizações:

Certifique-se de que têm uma política de apoio activo. Faça campanhas contra as doações de fórmulas para lactentes, produtos lácteos e biberões durante as emergências. Colabore com as organizações que apoiam o aleitamento materno. Saiba como participar nos seus programas.

 

:: Parto

Para responder a esta questão apresentaremos dois trabalhos da responsabilidade da redacção da IOL Mãe, usados com autorização. Uma das peças refere-se às conclusões de um estudo canadiano e a outra peça refere-se às conclusões de um estudo holandês.

Conclusões de um estudo canadiano revelam que o parto em casa planeado e assistido é tão ou mais seguro do que o parto hospitalar. 

Comparar os níveis de segurança de um parto em casa, planeado e com o acompanhamento de um enfermeiro obstetra, com um parto hospitalar planeado com o acompanhamento de um enfermeiro obstetra ou de um médico foi o objectivo de um estudo realizado no Canadá, na Universidade de British Columbia. 

Foram analisados dados de todos os partos realizados em casa de forma planeada, entre 2000 e 2004 em British Columbia, com o acompanhamento de parteiras registadas, bem como de todos os partos realizados no hospital pelo mesmo grupo de parteiras, com condições para poderem ser partos em casa planeados, se as grávidas assim o tivessem desejado. O total de partos em casa foi 2889 e o total de partos hospitalares foi 4752. Houve também um grupo de partos (5331) assistidos por obstetra no hospital. 

MORTALIDADE PERINATAL

No grupo dos partos em casa, a mortalidade perinatal foi de 0,35 por mil. No grupo do parto hospitalar assistido por uma parteira foi 0,57, e no grupo do parto hospitalar assistido por um médico foi 0,64.

INTERVENÇÕES MÉDICAS

As mulheres que escolheram o parto em casa assistido sofreram menos intervenções obstétricas, como a monitorização fetal, a expulsão assistida ou complicações como lacerações de terceiro ou quarto grau e hemorragias pós-parto, do que nos partos hospitalares, tanto os assistidos por parteira como por médico.

RECÉM-NASCIDOS

No grupo de bebés nascidos em casa houve menos casos a necessitar manobras de reanimação ou terapia com oxigénio nas primeiras 24 horas após o parto do que nos partos hospitalares. Houve também menos casos de aspiração de mecónio entre os nascidos em casa e foi menos frequente a admissão no hospital subsequente ao parto do que a readmissão dos bebés nascidos no hospital

O parto em casa, planeado e asisitido por uma enfermeira-obstetra, revelou-se assim, segundo as conclusões deste estudo publicadas no número de Setembro do CMAJ (Candian Medical Association Journal), tão ou mais seguro do que o parto hospitalar. A mortalidade perinatal é mais baixa do que no parto hospitalar de mulheres com as mesmas condições clínicas, bem como a incidência de complicações. 

 

O maior estudo até hoje realizado na Holanda comprova segurança do parto em casa. 

Em gravidezes de baixo risco, o parto em casa é tão seguro como o parto hospitalar. É esta a conclusão de um estudo que analisou 530 mil nascimentos, na Holanda, onde a taxa de parto em casa ronda os 30 por cento. 

O estudo, publicado no BJOG, e é o mais representativo, em termos de amostra, realizado até hoje. 

O risco de morte ou consequências graves para o bebé não se revelou mais elevado no parto em casa com a assistência de uma parteira, do que no hospital. 

60,7% das mulheres planeou um parto em casa. 30,8% planeou um parto hospitalar. O número de bebés que morreram ou que foram admitidos numa unidade de cuidados intensivos neonatais foi semelhante nos dois grupos, ou seja, sete em cada mil nascimentos. 

Os investigadores, da Netherlands Organisation for Applied Scientific Research, concluem assim que é seguro para uma mãe que não apresenta riscos no final da gravidez, escolher o local do parto, desde que o sistema de saúde esteja preparado para a assistência ao parto em casa. 

O texto que se segue foi retirado, com autorização, do site da HUMPAR.

1. Plano individual determinando onde e por quem o parto será realizado, feito em conjunto com a mulher durante a gestação, e comunicado a seu marido/ companheiro e, se aplicável, a sua família. 

2. Avaliar os factores de risco da gravidez durante o cuidado pré-natal, reavaliado a cada contacto com o sistema de saúde e no momento do primeiro contacto com o prestador de serviços durante o trabalho de parto e parto. 

3. Monitorar o bem-estar físico e emocional da mulher ao longo do trabalho de parto e parto, assim como ao término do processo do nascimento. 

4. Oferecer líquidos por via oral durante o trabalho de parto e parto. 

5. Respeitar a escolha da mãe sobre o local do parto, após ter recebido informações. 

6. Fornecimento de assistência obstétrica no nível mais periférico onde o parto for viável e seguro e onde a mulher se sentir segura e confiante. 

7. Respeito ao direito da mulher à privacidade no local do parto. 

8. Apoio empático pelos prestadores de serviço durante o trabalho de parto e parto. 

9. Respeitar a escolha da mulher quanto ao acompanhante durante o trabalho de parto e parto. 

10. Oferecer às mulheres todas as informações e explicações que desejarem. 

11. Não utilizar métodos invasivos nem métodos farmacológicos para alívio da dor durante o trabalho de parto e parto e sim métodos como massagem e técnicas de relaxamento. 

12. Fazer monitorização fetal com auscultação intermitente. 

13. Usar materiais descartáveis ou realizar desinfecção apropriada de materiais reutilizáveis ao longo do trabalho de parto e parto. 

14. Usar luvas no exame vaginal, durante o nascimento do bebé e na dequitação da placenta. 

15. Liberdade de posição e movimento durante o trabalho do parto. 

16. Estímulo a posições não supinas (deitadas) durante o trabalho de parto e parto. 

17. Monitorar cuidadosamente o progresso do trabalho do parto, por exemplo pelo uso do partograma da OMS. 

18. Utilizar ocitocina profilática na terceira fase do trabalho de parto em mulheres com um risco de hemorragia pós-parto, ou que correm perigo em consequência de uma pequena perda de sangue. 

19. Esterilizar adequadamente o corte do cordão. 

20. Prevenir hipotermia do bebé. 

21. Realizar precocemente contacto pele a pele, entre mãe e filho, dando apoio ao início da amamentação na primeira hora do pós-parto, conforme directrizes da OMS sobre o aleitamento materno. 

22. Examinar rotineiramente a placenta e as membranas.

 

1. Uso rotineiro de enema. 

2. Uso rotineiro de raspagem dos pelos púbicos. 

3. Infusão intravenosa rotineira em trabalho de parto. 

4. Inserção profilática rotineira de cânula intravenosa. 

5. Uso rotineiro da posição supina durante o trabalho de parto. 

6. Exame rectal. 

7. Uso de pelvimetria radiográfica. 

8. Administração de ocitócicos a qualquer hora antes do parto de tal modo que o efeito delas não possa ser controlado. 

9. Uso rotineiro da posição de litotomia com ou sem estribos durante o trabalho de parto e parto. 

10. Esforços de puxo prolongados e dirigidos (manobra de Valsalva) durante o período expulsivo. 

11. Massagens ou distensão do perineo durante o parto. 

12. Uso de tabletes orais de ergometrina na dequitação para prevenir ou controlar hemorragias.

13. Uso rotineiro de ergometrina parenteral na dequitação. 

14. Lavagem rotineira do útero depois do parto. 

15. Revisão rotineira (exploração manual) do útero depois do parto.

 

1. Método não farmacológico de alívio da dor durante o trabalho de parto, como ervas, imersão em água e estimulação nervosa. 

2. Uso rotineiro de amniotomia precoce (romper a bolsa d’água) durante o início do trabalho de parto. 

3. Pressão no fundo uterino durante o trabalho de parto e parto. 

4. Manobras relacionadas à protecção ao perineo e ao manejo do polo cefálico no momento do parto. 

5. Manipulação activa do feto no momento de nascimento. 

6. Utilização de ocitocina rotineira, tracção controlada do cordão ou combinação de ambas durante a dequitação. 

7. Clampeamento precoce do cordão umbilical. 

8. Estimulação do mamilo para aumentar contracções uterinas durante a dequitação.

 

1. Restrição de comida e líquidos durante o trabalho de parto. 

2. Controle da dor por agentes sistémicos. 

3. Controle da dor através de analgesia epidural. 

4. Monitoramento electrónico fetal . 

5. Utilização de máscaras e aventais estéreis durante o atendimento ao parto. 

6. Exames vaginais frequentes e repetidos especialmente por mais de um prestador de serviços.

7. Correcção da dinâmica com a utilização de ocitocina. 

8. Transferência rotineira da parturiente para outra sala no início do segundo estágio do trabalho de parto. 

9. Cateterização da bexiga. 

10. Estímulo para o puxo quando se diagnostica dilatação cervical completa ou quase completa, antes que a própria mulher sinta o puxo involuntário. 

11. Adesão rígida a uma duração estipulada do segundo estágio do trabalho de parto, como por exemplo uma hora, se as condições maternas e do feto forem boas e se houver progresso do trabalho de parto. 

12. Parto operatório (cesariana). 

13. Uso liberal ou rotineiro de episiotomia. 

14. Exploração manual do útero depois do parto.

 

* Todo o texto contido no ponto "Amamentação: o que todos devem saber", do nº. 0 ao 10 (com excepção dos dois links apresentados no ponto 5), foi por nós traduzido a partir do folheto “Infant and Young child feeding – Innocenti Declaration 2005. Esse folheto baseou-se no “Facts for life” publicado pela Unicef, OMS, UNESCO, UNFPA, UNAIDS, WFP e World Bank. Mais informações podem ser obtidas directamente no site da UNICEF: Protecting, promoting and supporting breastfeeding | Nutrition.